4 de dez. de 2008
Calculo diferencial e integral (trabalho de matemática)
Gottfried Wilhelm von Leibniz (Leipzig, 1 de Julho de 1646 — Hanôver, 14 de novembro de 1716) foi um filósofo, cientista, matemático, diplomata e bibliotecário alemão.
Calculo diferencial e integral
O cálculo foi criado como uma ferramenta auxiliar em várias áreas das ciências exatas. Desenvolvido por Isaac Newton e Gottfried Leibniz, em trabalhos independentes, o Cálculo ajuda em vários conceitos e definições desde a matemática, química, física clássica e até a física moderna.. O cálculo tem inicialmente 3 "operações-base", ou seja, possui áreas iniciais como o cálculo de limites, o cálculo de derivadas de funções e a integral de diferenciais. O estudante de cálculo deve ter um conhecimento em certas áreas da matemática, como funções, geometria e trigonometria, pois são à base do cálculo. Com o advento do Teorema Fundamental do Cálculo estabeleceu-se uma conexão entre os dois ramos do cálculo: o Cálculo Diferencial e o Cálculo Integral. O cálculo diferencial surgiu do problema da tangente, enquanto o cálculo integral surgiu de um problema aparentemente não relacionado, o problema da área. O professor de Isaac Newton em Cambridge, Isaac Barrow, descobriu que esses dois problemas estão de fato estritamente relacionados, ao perceber que a derivação e a integração são processos inversos. Foram Leibniz e Newton que exploraram essa relação e a utilizaram para transformar o cálculo em um método matemático sistemático. Particularmente ambos viram que o Teorema Fundamental os capacitou a calcular áreas e integrais muito mais facilmente, sem que fosse necessário calculá-las como limites de soma.
O Cálculo Diferencial e Integral está fundamentado em um conjunto de operações envolvendo quatro operadores: limite, diferencial, derivada, e integral. A análise teórica desses tópicos nos livros texto de Cálculo Diferencial e Integral, encontra-se bem desenvolvida, principalmente do ponto de vista do rigor matemático.
Cálculo diferencial
O cálculo diferencial é o estudo da definição, propriedade e aplicações da derivada ou deslocamento de um gráfico. O processo de encontrar a derivada é chamado "diferenciação". Em linguagem técnica, a derivada é um operador linear, o qual forma uma nova função a partir da função original, em que cada ponto da nova função é o deslocamento da função original. O conceito de derivada é fundamentalmente mais avançado do que os conceitos encontrados em álgebra.
Cálculo Integral
O Cálculo Integral é o estudo das definições, propriedades, e aplicações de dois conceitos relacionados, as integrais indefinidas e as integrais definidas. O processo de encontrar o valor de uma integral é chamado integração. Em linguagem técnica, o calculo integral estuda dois operadores lineares relacionados.
A integral indefinida também pode ser chamada de antiderivada, uma vez que é um processo que inverte a derivada de funções. Já a integral definida, inicialmente definida como Soma de Riemann, estabelece limites de integração, ou seja, é um processo estabelecido entre dois intervalos bem definidos, dai o nome integral definida.
Soma Riemann
No ramo da matemática conhecido como análise real, a integral de Riemann, criada por Bernhard Riemann, foi a primeira definição rigorosa de uma integral de uma função em um intervalo. Enquanto a integral de Riemann é inadequada para muitos propósitos teóricos, ela é uma das definições mais fáceis de integral.
Limites e Infinitesimais
O cálculo é comumente utilizado pela manipulação de quantidades muito pequenas. Historicamente, o primeiro método de utilizá-lo era pelas infinitesimais. Estes objetos podem ser tratados como números que são, de alguma forma, "infinitamente pequenos". Na linha numérica, isso seriam locais onde não é zero, mas possui "zero" de distância de zero. Nenhum número diferente de zero é um infinitesimal, porque sua distância de zero é positiva. Qualquer múltiplo de um infinitesimal continua sendo um infinitesimal. Em outras palavras, infinitesimais não satisfazem a propriedade Archimediana. Deste ponto de vista, o cálculo é uma coleção de técnicas para manipular infinitesimais. Tal pensamento foi ignorado no século XIX porque era muito difícil ter a noção precisa de uma infinitesimal. Entretanto, o conceito foi reutilizado no século XX com a introdução da análise não padronizada, a qual propiciou fundamentos sólidos para a manipulação de infinitesimais.
Aplicações
O cálculo é usado em todos os ramos das ciências físicas, na ciência da computação, estatística, engenharia, economia, medicina e em outras áreas sempre que um problema possa ser modelado matematicamente e uma solução ótima é desejada. A Física faz uso intensivo do cálculo. Todos os conceitos na mecânica clássica são inter-relacionados pelo cálculo. A química também usa o cálculo para determinar as variações na velocidade das reações e no decaimento radioativo. O cálculo pode ser usado em conjunto com outras disciplinas matemáticas. Por exemplo, ele pode ser usado com a álgebra linear para encontrar a reta que melhor representa um conjunto de pontos em um domínio. Na esfera da medicina, o cálculo pode ser usado para encontrar o ângulo ótimo na ramificação dos vasos sanguíneos para maximizar a circulação. Na geometria analítica, o estudo dos gráficos de funções, o cálculo é usado para encontrar pontos máximos e mínimos, a inclinação, concavidade e pontos de inflexão. Na economia o cálculo permite a determinação do lucro máximo fornecendo uma fórmula para calcular facilmente tanto o custo marginal quanto a renda marginal.
Revolução de 1917 (trabalho de História)
Foi uma série de eventos políticos na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, e depois do Governo Provisório (Duma), resultou no estabelecimento do poder soviético sob o controle do partido bolchevique. O resultado desse processo foi a criação da União Soviética, que durou até 1991.
A primeira fase, conhecida como Revolução de Fevereiro, ocorreu de março a novembro de 1917.Em 23 de Fevereiro, uma série de reuniões e passeatas aconteceram em Petrogrado, por ocasião do Dia Internacional das Mulheres. Nos dias que se seguiram, a agitação continuou a aumentar, recebendo a adesão das tropas encarregadas de manter a ordem pública, que se recusavam a atacar os manifestantes. No dia 27 de Fevereiro, um mar de soldados e trabalhadores com trapos vermelhos em suas roupas invadiu o Palácio Tauride, onde a Duma se reunia. Durante à tarde, formaram-se dois comitês provisórios em salões diferentes do palácio. Um formado por deputados moderados da Duma, se tornaria o Governo Provisório. O outro era o Soviete de Petrogrado, formado por trabalhadores, soldados e militantes socialistas de várias correntes. Temendo uma repetição do Domingo Sangrento, o Grão-Duque Mikhail ordenou que as tropas leais baseadas no Palácio de Inverno não se opusessem à insurreição e se retirassem. Em 2 de Março, cercado por amotinados, Nicolau II assinou sua abdicação. Após a derrubada do czar, instalou-se o Governo Provisório, comandado pelo príncipe Georgy Lvov, um latifundiário, e tendo Aleksandr Kerenski como ministro da guerra. Era um governo de caráter liberal burguês, intensamente interessado em manter a participação russa na Primeira Guerra Mundial. Enquanto isso, o Soviete de Petrogrado reivindicava para si a legitimidade para governar. Já em 1 de Março, o Soviete ordenava ao exército que lhe obedecesse, em vez de obedecer ao Governo Provisório. O Soviete queria dar terra aos camponeses, um exército com disciplina voluntária e oficial eleitos democraticamente, e o fim da guerra, objetivo muito mais popular do que os almejados pelo Governo Provisório. Com ajuda alemã, Lênin regressa à Rússia em Abril, pregando a formação de uma república dos sovietes, bem como a nacionalização dos bancos e da propriedade privada. O seu principal lema era: Todo o poder aos sovietes. Entretanto, o processo de desintegração do Estado russo continuava. A comida era escassa, a inflação bateu a casa dos 1.000 %, as tropas desertavam da fronte matando seus oficiais, propriedades da nobreza latifundiária eram saqueadas e queimadas. Nas cidades, conselhos operários foram criados na maioria das empresas e fábricas. A Rússia ainda continuava na guerra.
Segunda fase, conhecida como revolução de Outubro, teve início em novembro de 1917. Na madrugada do dia 25 de outubro os bolcheviques, liderados por Lênin, Zinoviev e Radek, com a ajuda de elementos anarquistas e Socialistas Revolucionários, cercaram a capital, onde estavam sediados o Governo Provisório e o Soviete de Petrogrado. Muitos foram presos, mas Kerenski conseguiu fugir. À tarde, numa sessão extraordinária, o Soviete de Petrogrado delegou o poder governamental ao Conselho dos Comissários do Povo, dominado pelos bolcheviques. O Comitê Executivo do mesmo Soviete de Petrogrado rejeitou a decisão dessa assembléia e convocou os sovietes e o exército a defender a Revolução contra o golpe bolchevique. Em 3 de Novembro, um esboço do Decreto sobre o Controle Operário foi publicado. Esse documento instituía a autogestão em todas as empresas com 5 ou mais empregados. Isto acelerou a tomada do controle de todas as esferas da economia por parte dos conselhos operários, e provocou um caos generalizado, ao mesmo tempo em que acelerou ainda mais a fuga dos proprietários para o exterior. Mesmo Emma Goldman viria a reconhecer que as empresas que se encontravam em melhor situação eram justamente aquelas em que os antigos proprietários continuavam a exercer funções gerenciais. Entretanto, este decreto levou a classe trabalhadora a apoiar o recém-criado e ainda fraco regime bolchevique, o que possivelmente teria sido o seu principal objetivo. Durante os meses que se seguiram, o governo bolchevique procurou então submeter os vários conselhos operários ao controle estatal, por meio da criação de um Conselho Pan-Russo de Gestão Operária. Os anarquistas se opuseram a isto, mas foram votos vencidos. Era consenso entre todos os partidos políticos russos de que seria necessária a criação de uma assembléia constituinte, e que apenas esta teria autoridade para decidir sobre a forma de governo que surgiria após o fim do absolutismo. As eleições para essa assembléia ocorreram em 12 de Novembro de 1917, como planejado pelo Governo Provisório, e à exceção do Partido Constitucional Democrata, que foi perseguido pelos bolcheviques, todos os outros puderam participar livremente. Os Socialistas Revolucionários receberam duas vezes mais votos do que os bolcheviques, e os partidos restantes receberam muito poucos votos. Em 26 de Dezembro, Lênin publicou suas Teses sobre a assembléia constituinte, onde ele defendia os sovietes como uma forma de democracia superior à assembléia constituinte. Até mesmo os membros do partido bolchevique compreenderam que se preparava o fechamento da assembléia constituinte, e à maioria deles foram contra isto, mas o Comitê Central do partido ordenou-lhes que acatassem a decisão de Lênin. Na manhã de 5 de Janeiro de 1918, uma imensa manifestação pacífica a favor da assembléia constituinte foi dissolvida à bala por tropas leais ao governo bolchevique. A assembléia constituinte, que se reuniu pela primeira vez naquela tarde, foi dissolvida na madrugada do dia seguinte. Pouco a pouco, se tornou claro que os bolcheviques pretendiam criar uma ditadura para si, inclusive contra os partidos socialistas revolucionários. Isto levou os outros partidos a atuarem na ilegalidade, sendo que alguns deles passariam à resistência armada ao governo.
Durante o curto período em que os territórios cedidos no Tratado de Brest-Litovski estiveram em poder do exército alemão, as várias forças anti-bolcheviques puderam organizar-se e armar-se. Estas forças dividiam-se em três grupos que também lutavam entre si: 1) czaristas , 2) liberais, eseritas e metade dos socialistas e 3) anarquistas. Com a derrota da Alemanha em 1919, esses territórios tornaram-se novamente alvo de disputa. Ao mesmo tempo, Trotsky se ocupou em organizar o novo Exército Vermelho. Com a ajuda deste, os bolcheviques mostraram-se preparados para resistir aos ataques do também recém formado Exército polonês, dos Exércitos Brancos, e também para suprimir o Exército Insurgente e a Revolta de Kronstadt, ambos de forte inspiração anarquista. No início de 1921, encerrava-se a guerra civil, com a vitória do Exército Vermelho. O Partido Bolchevique, que desde 1918 havia alterado sua denominação para Partido Comunista, consolidava a sua posição no governo.
Terminada a guerra civil, a Rússia estava completamente arrasada, com graves problemas para recuperar sua produção agrícola e industrial. Visando promover a reconstrução do país, Lênin criou, em fevereiro de 1921, a Comissão Estatal de Planificação Econômica ou GOSPLAN, encarregada da coordenação geral da economia do país. Pouco tempo depois, em março de 1921, adaptou-se um conjunto de medidas conhecidas como Nova Política Econômica ou NEP. Entre as medidas tomadas pela NEP destacam-se: liberdade de comércio interno, liberdade de salário aos trabalhadores, autorização para o funcionamento de empresas particulares e permissão de entrada de capital estrangeiro para a reconstrução do país. O Estado russo continuou, no entanto, exercendo controle sobre setores considerados vitais para a economia: o comércio exterior, o sistema bancário e as grandes indústrias de base.
Algarismos Arábicos (trabalho de Matemática)
História
O pai de fibonacci dirigia um escritório comercial no norte da África e o jovem Leonardo muitas vezes viajou com ele; lá, dos árabes, ele conheceu o sistema de numeração hindu. Fibonacci convenceu-se da superioridade dos algarismos árabes em comparação aos algarismos romanos, que eram utilizados pelos europeus à época. Para compreender esta superioridade basta tentar efetuar a divisão de 4068 por 12, ou a multiplicação destes mesmos números com a numeração romana.
Viajou através dos países mediterrâneos para estudar junto a conhecidos matemáticos árabes de seu tempo. Em 1202, com 32 anos de idade, publicou Líber Abaci, Livro do Ábaco, que chegou a nos graças a sua segunda edição de 1228 .Este livro contém uma grande quantidade de assuntos relacionados com a Aritmética e Álgebra da época e realizou um papel importante no desenvolvimento matemático na Europa nos séculos seguintes, pois por este livro que os europeus vieram a conhecer os algarismos hindus, também denominados arábicos. A teoria contida no livro Líber Abacci é ilustrada com muitos problemas que representam uma grande parte do livro.
Algarismos Arábicos
Os algarismos arábicos foram trazidos da Índia para o Ocidente e por isto também são chamados indo-arábicos. Foram criados por Abu Abdullah Muhammad Ibn Musa al-Khwarizmi (778 (?) - 846).
Al-Khwarizmi nasceu na região central da Ásia, onde hoje está localizado o Uzbequistão. Posteriormente emigrou para Bagdá, onde trabalhou na “Casa da Sabedoria” como matemático durante a era áurea da ciência islâmica.
Os algarismos indo-arábicos são as formas de simbolismo mais comumente usadas para representar os números. Porém duas questões ainda permanecem entre alguns matemáticos:
Será que todos os números indo-arábicos que usamos atualmente seriam na realidade ideogramas numéricos?
Teriam sido estes símbolos idealizados de uma maneira lógica?
Também chamados algarismos indo-arábicos, são os símbolos mais usados para representar os números. Qualquer número pode ser representado por algarismos arábicos, utilizando-se dez símbolos básicos, sozinhos ou em combinação.
O sistema de numeração arábico consiste dos símbolos abaixo:
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0
que são derivados da versão ainda hoje usada no mundo muçulmano:
٩, ٨, ٧, ٦, ٥, ٤, ٣, ٢, ١, e ٠
Teoria sobre a paleografia dos algarismos arábicos: 1, 2, 3 e 4.
Teoricamente pode-se supor que cada algarismo continha originalmente exatamente a quantidade de ângulos cujo número se desejava representar
Os números arábicos um, dois, três e quatro foram baseados em traços que formam ângulos.
O número um tem um ângulo, O número dois tem dois ângulos aditivos, O número três tem três ângulos aditivos, O número quatro tem quatro ângulos aditivos.
Teoria sobre a paleografia dos algarismos arábicos: 5, 6, 7, 8, 9 e 0.
Teoricamente, os números: “5“ (cinco/quinto), “6“ (seis/sexto), “7“ (sete/sétimo), “8“ (oito/oitavo), “9“ (nove/nono), e “0“ (dez/décimo) foram definidos usando os conhecimentos sobre as representações manuscritas do ábaco.
Teoria sobre a paleografia do "zero": definindo um símbolo para o zero.
O "zero" foi introduzido posteriormente e a sua correta notação foi de extrema importância histórica, pois a cadência decimal usada pelos números indo-arábicos impunha a sua representação gráfica. Esta representação teria sido historicamente demorada por corresponder à casa vazia do ábaco. Também o fato de o símbolo do zero ser um círculo, e este não apresentar ângulo algum, é um indicativo de que a origem deste algarismo seguiu o mesmo principio da origem dos outros algarismos arábicos.
Difusão européia e internacional dos algarismos indo-arábicos.Foram introduzidos na Europa por Fibonacci, matemático e mercador italiano, que escreveu no seu livro Líber abaci os conhecimentos que adquiriu no Oriente. Os algarismos indo-arábicos não foram adotados em Portugal nem na península ibérica de imediato. Hoje é usada uma versão pouco modificada destes algarismos na maioria dos países do mundo.
3 de dez. de 2008
anatomia e fisionomia dos animais (Trabalho de Biologia)
Reprodução assexuada não envolve trocas de gametas entre os indivíduos e os organismos formados são geneticamente idênticos ao organismo que os gerou. Caso ocorra uma mutação no DNA, estes organismos apresentarão diferenças em relação ao progenitor. Existem vários tipos de reprodução assexuada: divisão binária, brotamento, regeneração e esporulação.
Divisão binária, bipartição ou cissiparidade·.
Este tipo de reprodução é o processo em que uma célula se divide em duas, por mitose, e origina duas células geneticamente idênticas. Encontramos este tipo de reprodução em bactérias e protozoários.
Brotamento ou gemiparidade
Neste tipo de reprodução um broto se desenvolve no indivíduo e após um tempo se desprende, passando a ter uma vida independente. Podemos citar como exemplos de organismos que se reproduzem por brotamento os fungos, as hidras, as esponjas e até certas plantas.
Regeneração
Alguns organismos possuem uma capacidade de regeneração muito grande. Quando algum fragmento é retirado, ao encontrar condições ideais de sobrevivência, pode se regenerar e dar origem a um novo indivíduo. Isto pode acontecer nas planárias, esponjas e algumas plantas.Algumas partes de certas plantas, ao serem destacadas e implantadas no solo, ou imersas em água, desenvolvem raízes e dão origem a novas plantas. Esta prática e chamada de estaquia e é muito utilizada em jardinagem.
Esporulação
A esporulação é o processo de reprodução onde os organismos produzem esporos que são liberados no ambiente e quando encontram condições favoráveis, germinam. Encontramos este tipo de reprodução em fungos e algas.
Reprodução sexuada
É o processo que envolve fusão de gametas de organismos de uma mesma espécie, originando um ou mais organismos geneticamente diferente dos progenitores.
Esta diferença ocorre porque no processo de formação dos gametas ocorre a meiose, e nela ocorre a recombinação gênica. Quando dos gametas se unem, somam suas características e dão origem a um novo indivíduo. Este processo aumenta a variabilidade genética entre os organismos, possibilitando assim uma diversidade maior entre eles e propiciando sempre organismos capazes de se adaptar ao meio onde vivem.
As trocas de gametas podem ocorrer entre organismos diferentes da mesma espécie ou até mesmo entre um mesmo indivíduo.
Algumas espécies apresentam indivíduos do sexo masculino e outros do sexo feminino. Estas espécies são chamadas de dióicas porque os sexos são separados. A fecundação entre eles pode ser interna ou externa. A fecundação interna ocorre dentro do organismo feminino, que é o produtor de óvulos. A fecundação externa ocorre no ambiente. Humanos são dióicos e possuem fecundação interna.
Espécies que apresentam os dois sexos em um mesmo organismo são chamadas de hermafroditas ou monóicas. Elas produzem tanto gametas masculinos quanto femininos. Podem fazer autofecundação, ou seja, o espermatozóide fecunda o óvulo da mesma planta, porém este processo não favorece a variabilidade genética. Alguns organismos possuem mecanismos que barram a autofecundação como a maturação dos órgãos sexuais em épocas diferentes, ou estruturas que dificultam o acesso dos gametas masculinos até os femininos, como em certas plantas. As minhocas são hermafroditas. O processo onde os gametas masculinos produzidos por um organismo hermafrodita fecundam o óvulo de outro organismo hermafrodita da mesma espécie é chamado de fecundação cruzada.
Partenogênese
Um caso particular de reprodução sexuada é a partenogênese, pois mesmo que não haja fecundação, envolve a participação do gameta feminino. A partenogênese é o desenvolvimento do óvulo em um novo indivíduo sem a ocorrência de fecundação.
Fecundação externa
A maioria dos ouriços-do-mar vive fixa nas rochas do mar. Em determinadas épocas do ano, os machos lançam seus espermatozóides na água. Ao mesmo tempo, as fêmeas lançam os seus óvulos. O encontro desses gametas ocorre na água e, portanto, fora dos organismos produtores de gametas.
Fecundação interna
Em outros animais, como os pássaros, o macho lança os espermatozóide dentro do corpo da fêmea. O encontro dos gametas ocorre no interior do corpo de um organismo produtor de gametas.
Existem os animais hermafroditas. Eles são, ao mesmo tempo, macho e fêmea. Um mesmo organismo produz tanto espermatozóides quanto óvulos, como acontece na minhoca.
Desenvolvimento indireto: os animais que nascem diferem significativamente da forma adulta, assim os indivíduos passam pela metamorfose.
Desenvolvimento direto: os animais já nascem com a forma definitiva, pois são muito semelhantes aos adultos, como por exemplo o ser humano.
O sistema reprodutor masculino é formado por: Testículos ou gônadas; Vias espermáticas: epidídimo, canal deferente, uretra; Pênis; Escroto; Glândulas anexas: próstata; vesículas seminais, glândulas bulbouretrais;
Testículos: são as gônadas masculinas. Cada testículo é composto por um emaranhado de tubos, os ductos seminíferos Esses ductos são formados pelas células de Sértoli (ou de sustento) e pelo epitélio germinativo, onde ocorrerá a formação dos espermatozóides. Em meio aos ductos seminíferos, as células intersticiais ou de Leydig (nomenclatura antiga) produzem os hormônios sexuais masculinos, sobretudo a testosterona, responsáveis pelo desenvolvimento dos órgãos genitais masculinos.
Epidídimos: são dois tubos enovelados que partem dos testículos, onde os espermatozóides são armazenados.
Canais deferentes: são dois tubos que partem dos testículos, circundam a bexiga urinária e unem-se ao ducto ejaculatório, onde desembocam as vesículas seminais.
Vesículas seminais: responsáveis pela produção de um líquido, que será liberado no ducto ejaculatório que, juntamente com o líquido prostático e espermatozóides, entrarão na composição do sêmen. O líquido das vesículas seminais age como fonte de energia para os espermatozóides e é constituídas principalmente por frutose, apesar de conter fosfatos, nitrogênio não protéico, cloretos, colina (álcool de cadeia aberta considerado como integrante do complexo vitamínico B) e prostaglandinas (hormônios produzidos em numerosos tecidos do corpo. Algumas prostaglandinas atuam na contração da musculatura lisa do útero na dismenorréia – cólica menstrual, e no orgasmo; outras atuam promovendo vasodilatação em artérias do cérebro, o que talvez justifique as cefaléias – dores de cabeça – da enxaqueca. São formados a partir de ácidos graxos insaturados e podem ter a sua síntese interrompida por analgésicos e antiinflamatória).
Próstata: glândula localizada abaixo da bexiga urinária. Secretas substâncias alcalinas que neutralizam a acidez da urina e ativa os espermatozóides.
Glândulas Bulbo Uretrais ou de Cowper: sua secreção transparente é lançada dentro da uretra para limpá-la e preparar a passagem dos espermatozóides. Também tem função na lubrificação do pênis durante o ato sexual.
Pênis: é considerado o principal órgão do aparelho sexual masculino, sendo formado por dois tipos de tecidos cilíndricos: dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso (envolve e protege a uretra). Na extremidade do pênis encontra-se a glande - cabeça do pênis, onde podemos visualizar a abertura da uretra. Com a manipulação da pele que a envolve - o prepúcio - acompanhado de estímulo erótico, ocorre a inundação dos corpos cavernosos e esponjosos, com sangue, tornando-se rijo, com considerável aumento do tamanho (ereção). O prepúcio deve ser puxado e higienizado a fim de se retirar dele o esmegma (uma secreção sebácea espessa e esbranquiçada, com forte odor, que consiste principalmente em células epiteliais descamadas que se acumulam debaixo do prepúcio). Quando a glande não consegue ser exposta devido ao estreitamento do prepúcio, diz-se que a pessoa tem fimose.
A uretra é comumente um canal destinado para a urina, mas os músculos na entrada da bexiga se contraem durante a ereção para que nenhuma urina entre no sêmen e nenhum sêmen entre na bexiga. Todos os espermatozóides não ejaculados são reabsorvidos pelo corpo dentro de algum tempo.
Saco Escrotal ou Bolsa Escrotal ou Escroto: Um espermatozóide leva cerca de 70 dias para ser produzido. Eles não podem se desenvolver adequadamente na temperatura normal do corpo (36,5°C). Assim, os testículos se localizam na parte externa do corpo, dentro da bolsa escrotal, que tem a função de termorregulação (aproximam ou afastam os testículos do corpo), mantendo-os a uma temperatura geralmente em torno de 1 a 3 °C abaixo da corporal.
sistema reprodutor feminino
é constituído por dois ovários, duas tubas uterinas (trompas de Falópio), um útero, uma vagina, uma vulva. Ele está localizado no interior da cavidade pélvica. A pelve constitui um marco ósseo forte que realiza uma função protetora.
Ovários: são as gônadas femininas. Produzem estrógeno e progesterona, hormônios sexuais femininos.No final do desenvolvimento embrionário de uma menina, ela já tem todas as células que irão transformar-se em gametas nos seus dois ovários. Estas células - os ovócitos primários - encontram-se dentro de estruturas denominadas folículos de Graaf ou folículos ovarianos. A partir da adolescência, sob ação hormonal, os folículos ovarianos começam a crescer e a desenvolver. Os folículos em desenvolvimento secretam o hormônio estrógeno. Mensalmente, apenas um folículo geralmente completa o desenvolvimento e a maturação, rompendo-se e liberando o ovócito secundário (gaemta feminino): fenômeno conhecido como ovulação. Após seu rompimento, a massa celular resultante transforma-se em corpo lúteo ou amarelo, que passa a secretar os hormônios progesterona e estrógeno. Com o tempo, o corpo lúteo regride e converte-se em corpo albicans ou corpo branco, uma pequena cicatriz fibrosa que irá permanecer no ovário.
Útero: órgão oco situado na cavidade pélvica anteriormente à bexiga e posteriormente ao reto, de parede muscular espessa (miométrio) e com formato de pêra invertida. É revestido internamente por um tecido vascularizado rico em glândulas - o endométrio.
vagina é um canal de 8 a 10 cm de comprimento, de paredes elásticas, que liga o colo do útero aos genitais externos. Contém de cada lado de sua abertura, porém internamente, duas glândulas denominadas glândulas de Bartholin, que secretam um muco lubrificante. A entrada da vagina é protegida por uma membrana circular - o hímen - que fecha parcialmente o orifício vulvo-vaginal e é quase sempre perfurado no centro, podendo ter formas diversas. Geralmente, essa membrana se rompe nas primeiras relações sexuais. A vagina é o local onde o pênis deposita os espermatozóides na relação sexual. Além de possibilitar a penetração do pênis, possibilita a expulsão da menstruação e, na hora do parto, a saída do bebê.
Tubas uterinas, ovidutos ou trompas de Falópio: são dois ductos que unem o ovário ao útero. Seu epitélio de revestimento é formados por células ciliadas. Os batimentos dos cílios microscópicos e os movimentos peristálticos das tubas uterinas impelem o gameta feminino até o útero.
Sistema Respiratório.
O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses órgãos são as fossas nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traquéia, os brônquios, os bronquíolos e os alvéolos, os três últimos localizados nos pulmões.
Fossas nasais: são duas cavidades paralelas que começam nas narinas e terminam na faringe. Elas são separadas uma da outra por uma parede cartilaginosa denominada septo nasal. Em seu interior há dobras chamada cornetos nasais, que forçam o ar a turbilhonar. Possuem um revestimento dotado de células produtoras de muco e células ciliadas, também presentes nas porções inferiores das vias aéreas, como traquéia, brônquios e porção inicial dos bronquíolos. No teto das fossas nasais existem células sensoriais, responsáveis pelo sentido do olfato. Têm as funções de filtrar, umedecer e aquecer o ar.
Faringe: é um canal comum aos sistemas digestório e respiratório e comunica-se com a boca e com as fossas nasais. O ar inspirado pelas narinas ou pela boca passa necessariamente pela faringe, antes de atingir a laringe.
Laringe: é um tubo sustentado por peças de cartilagem articuladas, situado na parte superior do pescoço, em continuação à faringe. O pomo-de-adão, saliência que aparece no pescoço, faz parte de uma das peças cartilaginosas da laringe. A entrada da laringe chama-se glote. Acima dela existe uma espécie de “lingüeta” de cartilagem denominada epiglote, que funciona como válvula. Quando nos alimentamos, a laringe sobe e sua entrada é fechada pela epiglote. Isso impede que o alimento ingerido penetre nas vias respiratórias. O epitélio que reveste a laringe apresenta pregas, as cordas vocais, capazes de produzir sons durante a passagem de ar.
Traquéia: é um tubo de aproximadamente 1,5 cm de diâmetro por 10-12 centímetros de comprimento, cujas paredes são reforçadas por anéis cartilaginosos. Bifurca-se na sua região inferior, originando os brônquios, que penetram nos pulmões. Seu epitélio de revestimento muco-ciliar adere partículas de poeira e bactérias presentes em suspensão no ar inalado, que são posteriormente varridas para fora (graças ao movimento dos cílios) e engolidas ou expelidas.
Pulmões: Os pulmões humanos são órgãos esponjosos, com aproximadamente 25 cm de comprimento, sendo envolvidos por uma membrana serosa denominada pleura. Nos pulmões os brônquios ramificam-se profusamente, dando origem a tubos cada vez mais finos, os bronquíolos. O conjunto altamente ramificado de bronquíolos é a árvore brônquica ou árvore respiratória. Cada bronquíolo termina em pequenas bolsas formadas por células epiteliais achatadas (tecido epitelial pavimentoso) recobertas por capilares sangüíneos, denominadas alvéolos pulmonares.
Diafragma: A base de cada pulmão apóia-se no diafragma, órgão músculo-membranoso que separa o tórax do abdômen, presente apenas em mamíferos, promovendo, juntamente com os músculos intercostais, os movimentos respiratórios. Localizado logo acima do estômago, o nervo frênico controla os movimentos do diafragma.
Sistema respiratório em vertebrados (peixes).
As brânquias são os órgãos respiratórios típicos do meio aquático, formadas por evaginações da parede do corpo e apresentando grande área de trocas. A sua estrutura filamentosa apenas poderia funcionar em meio aquático, que lhes fornece sustentação.
Estas estruturas podem localizar-se no exterior ou no interior do corpo, sendo as últimas as preferidas pela evolução, já que brânquias externas não só dificultam a locomoção, como facilita os danos a uma zona de epitélio sensível e delicado.
As brânquias internas estão alojadas em cavidades branquiais individuais abrindo para o exterior pelas fendas branquiais (peixes cartilagíneos) ou câmaras branquiais protegidas por opérculo e abrindo para o exterior pela fenda opercular (peixes ósseos).
Este fato não só aumenta a proteção como facilita a ventilação: a água é bombeada para a boca por ação de poderosos músculos, passa pela faringe e banha as brânquias, saindo pelas fendas branquiais ou operculares, pelo que a ventilação é contínua.
Cada brânquia é formada por um arco branquial cartilagíneo ou ósseo, que sustenta os filamentos branquiais, nele inseridos diagonalmente e contendo cada um duas arteríolas (aferente com sangue venoso e eferente com sangue arterial), separadas por uma fina rede de capilares.
Sistema respiratório em invertebrados.
Filo Porífera, Cnidária, Platyelminthes e Nematoda – esses grupos não possuem sistema respiratório. As trocas gasosas ocorrem diretamente entre as células que constituem toda a estrutura corpórea e o ambiente, justificado pelo baixo grau de complexidade e diferenciação dos tecidos ou quanto à dimensão dos organismos.
Filo Annelida – nos anelídeos, o processo respiratório apesar de bem simples, ocorre pela superfície corporal (cutânea) internamente irrigada por sangue. Em algumas espécies de anelídeos marinhos, a respiração é branquial.
Filo Mollusca – nos moluscos aquáticos a função respiratória ocorre através de brânquias, formando filamentos vascularizados, chamadas ctenídeos. Enquanto nas espécies terrestres existem sobreposições do tegumento contidas na cavidade palial, assemelhando-se a pulmões primitivos.
Filo Arthropoda – na maioria dos insetos a respiração é traqueal; nos aracnídeos além da traqueal também é observado a filotraqueal; e nos crustáceos o sistema é exclusivamente branquial.
Filo Echinodermata – reúnem animais com sistema respiratório ausente ou bem reduzido, ocorrendo por meio de brânquias que associadas ao sistema hidrovascular, facilitando essa função.
Sistema Nervoso.
Nos vertebrados, o sistema nervoso é comandado por duas regiões contínuas situadas dorsalmente na porção mediana do corpo: o encéfalo, protegido pelo crânio e a medula espinhal, protegida pela coluna vertebral. Destas regiões partem nervos que possuem gânglios nervosos e se ramificam até a periferia do corpo.
Sob um critério anatômico, baseado na posição relativa dos órgãos do corpo, chamamos de Sistema Nervoso Central (SNC) a parte formada por encéfalo e medula espinhal. E de Sistema Nervoso Periférico (SNP) a parte formada por nervos de gânglios nervosos.
O SNC recebe na forma de impulsos nervosos os estímulos do meio externo, trazidos pelos nervos que estão em contato com as estruturas sensoriais que se espalham perifericamente pelo corpo. Então, processa tais informações e elabora respostas que são enviadas – também na forma de impulsos – pelo SNP aos órgãos efetores – aqueles que executam as respostas como, por exemplo, os músculos. Assim, podemos comparar o SNC à CPU de um computador e o SNP aos seus periféricos (mouse, teclado, monitor, impressora etc.).
O encéfalo é formado por três partes: cérebro, cerebelo e bulbo.
O cérebro é responsável por nossas atividades intelectuais, memória, controle de certas funções motoras, sensações (fome, frio, sede etc.) e, em humanos, consciência e emoções. Sua camada superficial, o córtex cerebral, é formada pela substância cinzenta, constituída predominantemente por neurônios com axônios sem mielina (fibras amielínicas) e células da glia. Em seu interior encontra-se a substância cinzenta, na qual há neurônios com axônios cobertos pela bainha de mielina (fibras mielínicas) e células da glia.
Comunicado com o cérebro através da região denominado ponte, o cerebelo controla o equilíbrio e o tônus muscular, realizando uma espécie de “ajuste fino” na coordenação dos movimentos. Assim, animais que apresentam padrões de movimentação mais complexos, como os peixes ao nadarem ou as aves ao voarem, têm o cerebelo bastante desenvolvido. Já os anfíbios, que vivem prostrados ao chão e se locomovem aos saltos simples têm o cerebelo pouco desenvolvido. A doença humana chamada de Mal de Parkinson, resulta da degeneração das células do cerebelo, resultando em dificuldades na realização de certas tarefas como a de caminhar em linha reta ou manipular objetos.
O bulbo está na região entre o encéfalo e a medula espinhal. Atua no controle de atividades involuntárias e vitais como velocidade dos batimentos cardíacos, o ritmo respiratório, a pressão sanguínea, os movimentos de deglutição e regurgitação, os espirros, as tosses e a salivação.
A medula espinhal controla os atos reflexos. Dela emergem vários nervos cujos axônios são provenientes de corpos celulares locais, do encéfalo ou de gânglios nervosos. Assim, pode ser entendida como conexão nervosa entre os membros do tronco e o encéfalo. Também é formada pelas substâncias cinzenta e branca que têm posições invertidas em relação ao cérebro. Assim, a substância cinzenta da medula espinhal situa-se internamente e possui forma de “H”. O SNP é formado pelos nervos e gânglios nervosos. Os nervos são feixes de dendritos e axônios (fibras nervosas) revestidos por tecido conjuntivo. Poderiam ser comparados funcionalmente aos cabos elétricos, sendo que as fibras nervosas fariam o papel dos fios de metal e o tecido conjuntivo atuaria como material isolante ao invés de borracha ou plástico. Eles conduzem impulsos nervosos da periferia do corpo ao SNC e vice-versa. Dependendo do ponto de inserção no SNC.
Sistema nervoso em invertebrados.
Na escala evolutiva animal, o grupo acreditado como o primeiro a possuir um sistema nervoso é o filo dos Cnidários (corais, anêmonas, hidras e medusas). Os Poríferos (esponjas) - mais primitivos - não possuem sistema nervoso. Nos Cnidários, há uma rede desordenada de neurônios. E, se um pulso nervoso é desencadeado em um deles, é transmitido a todas as células que com ele se comunicam através de sinapses, e destas a outras, resultando em respostas pouco elaboradas - como os movimentos de “pulsação” em uma água viva quando está nadando. Trata-se do mais primitivo tipo de sistema nervoso, denominado Sistema Nervoso Difuso.
Nos invertebrados de simetria bilateral (Platelmintos, Nematelmintos, Anelídeos, Moluscos e Artrópodes) o sistema nervoso se situa na região ventral do corpo e organiza-se sob a forma de um ou mais cordões nervosos longitudinais apresentando dois ou mais gânglios nervosos, quer funcionam como centrais de comando ao longo de sua extensão. Nos possuidores de muitos gânglios nervosos, os da região anterior – gânglios cerebróides - são mais desenvolvidos e funcionam como um cérebro rudimentar que controla os demais gânglios. Este tipo de organização nervosa é chamada de Sistema Nervoso Ganglionar.
Nos Equinodermos, que possuem simetria radial como os Cnidários, o sistema nervoso organiza-se na forma de um anel nervoso central do qual se ramificam cordões nervosos radiais.
Nos invertebrados, a partir de gânglios e cordões nervosos emanam nervos que os comunicam com as diversas partes do corpo.
Sistema Excretor.
É a função através da qual os organismos se libertam dos produtos resultantes do metabolismo, sobretudo os produtos azotados, muitos dos quais tóxicos.
Os principais resíduos do metabolismo das células são: água, dióxido de carbono e substâncias azotadas: amônia, ácido úrico e uréia.
O dióxido de carbono e alguma água são excretadas pelas superfícies respiratórias. O sistema excretor gere as quantidades de água e outras substâncias ao mesmo tempo em que eliminam os produtos azotados.
O sistema excretor contribui para excretar resíduos metabólicos e regula a concentração da maioria dos componentes dos fluidos corporais. Em qualquer sistema excretor existem três processos fundamentais: filtração, reabsorção e secreção.
Os animais terrestres devem consumir água, não podendo eliminar continuamente a amônia, mas, por outro lado, devido á elevada toxicidade deste produto, não a podem acumular. Por isso: répteis aves e insetos transformam a amónia em ácido úrico, composto menos tóxico, no fígado e menos solúvel.
Nos mamíferos e alguns anfíbios a partir da amónia e no fígado, produz-se uréia que mais tarde é renovada pelos rins e entra na constituição da urina.
Excreção nos invertebrados
Platelmintes: Estes animais possuem sistema excretor sob a forma de nefrídeos (tubos simples abertos para o exterior por poros excretores). Dada a simplicidade destes tubos são igualmente designados protonefrídeos e geralmente distribuem-se por todo o corpo, embora nalgumas espécies possam existir apenas um ou dois pares.
Cada túbulo termina em fundo de saco alargado com uma célula-flama terminal especializada em recolher dos fluidos corporais os resíduos, geralmente sob a forma de amónia. A designação de célula-flama deriva da presença de um ou mais cílios, cujo batimento permanente faz lembrar uma chama e cria um ligeiro vácuo na extremidade fechada do protonefídeo. As moléculas de pequenas dimensões dos fluidos corporais atravessam as membranas permeáveis da extremidade do tubo, sendo as maiores retidas.
Estes resíduos são, depois, empurrados pelos tubos para o exterior pelo batimento dos cílios, saindo pelo nefridióporo na parede do corpo do animal. No entanto, ainda parte dos resíduos é lançada para a cavidade gastrovascular.
Artrópodes: Nos insetos e outros artrópodes terrestres com sistema circulatório aberto, a excreção é feita por túbulos de Malpighi. Estas estruturas localizam-se na parte posterior do corpo ligada ao tubo digestivo na zona de transição entre o intestino médio e posterior, podendo existir apenas um par ou algumas centenas. A extremidade livre do tubo é fechada e está mergulhada no hemocélio, ocorrendo à filtração através da sua parede. As células da parede do tubo transportam ativamente ácido úrico, iões potássio e sódio, entre outros, da hemolinfa para o seu interior. Devido ao aumento de pressão osmótica dentro do tubo, a água é também recolhida. Filtrado é, depois, conduzido ao reto com a ajuda das paredes musculosas dos tubos, onde são reabsorvidas partes dos sais e, novamente devido ao gradiente osmótico criado, a água. O ácido úrico restante precipita devido à diferença de pH que ocorre ao longo do tubo (é cada vez mais básico, à medida que se aproxima do reto), sendo eliminado com as fezes, numa pasta semi-seca, muito eficiente do ponto de vista de regulação hídrica em meio seco.
Excreção Humana
É responsável pela manutenção do meio interno, regulação do teor de água e sais minerais e eliminação de resíduos nitrogenados formados durante o metabolismo celular. No ser humano podemos considerar como sistemas excretores o sistema urinário (onde é produzida a urina) e a pele (que produz suor através das glândulas sudoríparas).
- Amônia: Excretada por animais aquáticos, muito solúveis em água e muito tóxicos, por isso deve ser diluída em alto volume de água. Chamados de amoniotélicos.
- Uréia: Excretada por animais terrestres não ovíparos (anfíbios e mamíferos), menos tóxicos que a amônia. O que representa uma economia hídrica. Chamados de ureotélicos.
- Ácido úrico: O menos tóxico dos três, e também o menos solúvel em água. Excretado por insetos e vertebrados ovíparos terrestres (maioria dos répteis e aves). Chamados de uricotélicos.
Sistema digestivo.
O sistema digestório humano é formado por um longo tubo musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta as seguintes regiões; boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
Boca: A abertura pela qual o alimento entra no tubo digestivo é a boca. Aí encontram-se os dentes e a língua, que preparam o alimento para a digestão, por meio da mastigação. Os dentes reduzem os alimentos em pequenos pedaços, misturando-os à saliva, o que irá facilitar a futura ação das enzimas.
Faringe: Situada no final da cavidade bucal, é um canal comum aos sistemas digestório e respiratório: por ela passam o alimento, que se dirige ao esôfago, e o ar, que se dirige à laringe.
Esôfago: Canal que liga a faringe ao estômago, localiza-se entre os pulmões, atrás do coração, e atravessa o músculo diafragma, que separa o tórax do abdômen. O bolo alimentar leva de 5 a 10 segundos para percorre-lo.
Estômago: É uma bolsa de parede musculosa, localizada no lado esquerdo abaixo do abdome, logo abaixo das últimas costelas. É um órgão muscular que liga o esôfago ao intestino delgado. Sua função principal é a digestão de alimentos protéicos. Um músculo circular, que existe na parte inferior, permite ao estômago guardar quase um litro e meio de comida, possibilitando que não se tenha que ingerir alimento de pouco em pouco tempo. Quando está vazio, tem a forma de uma letra "J" maiúscula, cujas duas partes se unem por ângulos agudos.
Intestino Delgado: intestino delgado é um tubo com pouco mais de 6 m de comprimento por 4cm de diâmetro e pode ser dividido em três regiões: duodeno (cerca de 25 cm), jejuno (cerca de 5 m) e íleo (cerca de 1,5 cm). A porção superior ou duodeno tem a forma de ferradura e compreende o piloro, esfíncter muscular da parte inferior do estômago pela qual este esvazia seu conteúdo no intestino.
Intestino Grosso: É o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto à das secreções digestivas. Uma pessoa bebe cerca de 1,5 litros de líquidos por dia, que se une a 8 ou 9 litros de água das secreções. Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus.
Ânus: Local por onde é eliminado o resto alimentar que ganham o nome de fezes.
Modificação dos alimentos e acontecimentos durante o caminho digestivo.
A digestão é a transformação dos alimentos por nós ingeridos em elementos mais simples, chamados nutrientes. Esses nutrientes são absorvidos pelo organismo, passam através da parede do nosso intestino e são transportados pelo sangue até as células. Esses nutrientes são divididos em três categorias: os carboidratos, os lipídios e as proteínas.
A digestão se dá de duas formas:
Pode ser feita através da trituração dos alimentos (por exemplo, a mastigação): digestão mecânica. No entanto, os alimentos são degradados, sobretudo, por substâncias produzidas pelo nosso corpo (saliva, secreção do intestino,...): digestão química. As duas formas de digestão são complementares e ocorrem, freqüentemente, ao mesmo tempo.
Para os carboidratos, a digestão se dá pela transformação progressiva dos hidratos de carbono complexos, como o amido, em moléculas menores, a glicose. A glicose é a etapa final da digestão de todos os carboidratos. Ela será depois transportada pelo sangue em direção às células. A quantidade de glicose no sangue é medida pela Glicemia.
A digestão dos hidratos de carbono tem início na boca, graças à ação da saliva elaborada pelas glândulas salivares. A primeira enzima a agir sobre os carboidratos é a amilase salivar ou ptialina, que atua sobre o amido e a dextrina, transformando-os em maltose. Como os alimentos permanecem durante pouco tempo na boca, a digestão aí é reduzida. No estômago, o bolo alimentar ainda impregnado de saliva, sofre a ação da ptialina, com o desdobramento de alguma parte de amido. Entretanto, com a acidificação do meio pelo ácido clorídrico do suco gástrico, a amilase salivar é rapidamente inativada inibindo a hidrólise do amido.
Quando o bolo alimentar chega ao duodeno, sofre a ação do suco intestinal, que é uma mistura do suco pancreático e do suco entérico, elaborado pelas células do intestino delgado. Uma amilase de origem pancreática continua o desdobramento do amido que escapou da digestão bucal e gástrica. No intestino delgado, há três enzimas elaboradas pelo suco entérico: a maltase, a sacarase ou invertase, e a lactose, os quais continuam as digestões dos carboidratos. A maltase desdobra a maltose em duas moléculas de glicose; a sacarase transforma a sacarose (a qual atravessa a boca e o estômago sem sofrer ação digestiva) em uma molécula de glicose e outra de frutose; quando há ingestão de lactose, a qual não sofre digestão bucal nem gástrica, a lactose a transforma em uma molécula de glicose e outra de galactose. Sob a forma desses monossacarídeos é que os carboidratos são absorvidos.
Os monossacarídeos, depois de absorvidos pelo intestino, passam através da veia para o fígado. A absorção intestinal eleva a glicemia. A maior parte da glicose vai diretamente do fígado para o sangue, e a frutose e a galactose são convertidas em glicogênio e depois, se necessário, o glicogênio se converterá em glicose. Esta será distribuída pelo sangue aos tecidos, reduzindo a glicemia ao nível habitual. A glicose é a forma sob a qual os carboidratos se encontram normalmente no sangue. O glicogênio é a forma sob a qual eles são armazenados. Sempre que é necessário, o fígado transforma o glicogênio em glicose para manter o nível do sangue.
Os músculos, pelo seu volume e atividade, são o local de conversão da energia potencial dos alimentos em energia térmica e mecânica. Constituem a maior reserva do organismo em glicogênio, embora, em porcentagem, o fígado seja o mais rico.
Nem todos os açúcares ingeridos são digeridos.
Os açúcares digeríveis são diretamente absorvidos pelo intestino delgado e podem ser utilizados imediatamente como fonte de energia para o organismo. Senão, eles são transformados e estocados no fígado sob a forma de glicogênio, a fim de que possam servir de reserva de energia.
Esses açúcares são, por exemplo, a frutose presente na fruta e no mel, a lactose presente no leite, a sacarose (o açúcar) ou o amido.
Os açúcares não digeríveis atingem o cólon (intestino grosso) e são utilizados pelas bactérias da flora intestinal. Durante aproximadamente 10 horas eles são fermentados, produzindo gases e nutrientes que podem tanto ser absorvidos pelo nosso organismo quanto ser eliminado.
Todas as sobras de alimentos que ingerimos ou são liberadas através das fezes ou urina.
Digestão em outro vertebrado (ruminantes)
Muitos dos mamíferos são herbívoros, dependem assim de alimentos essenciais para a digestão da celulose. Muitos animais ruminantes dependem também de microorganismos simbiônticos para a digestão da celulose.
Os ruminantes incluem alguns dos mais importantes animais domésticos produtores de carne e leite (gado, ovelha e cabras), que possuem tratos digestivos especializados para a digestão da celulose.
O estômago de um ruminante consiste de diversos compartimentos, ou seja, o verdadeiro (estômago digestivo) é chamado de abomaso, é precedido por diversos compartimentos grandes, o maior deles é chamado de rúmen, funciona como um grande tanque de fermentação onde o alimento que foi misturado com saliva, sofre uma fermentação intensa, encontrando nesse compartimento grande número de bactérias e protozoários causando a degradação da celulose e a torna disponível a digestão complementar. Os produtos da fermentação (na maior parte ácidos acéticos, propiônicos e butírico) são absorvidos e utilizados, o dióxido de carbono e o metano formados no processo de fermentação, onde são liberados pela eructação.
A ruminação, ou mastigação do bolo alimentar, consiste na regurgitação e remastigarão de substâncias fibrosas indigestivas, consequentemente engolidas novamente assim se da o nome para seu grupo, alimento reentra no rúmen, ele sofre uma outra fermentação. As partículas que foram decompostas passam para outras partes do estômago, onde são sujeitas aos sucos digestivos usuais no abomaso. Os produtos fermentados no rúmen são a principal fonte de energia.
A saliva de um ruminante nada mais é que uma solução diluída de bicarbonato de sódio, que serve como um tampão e como um meio de fermentação adequado para os microorganismos. A quantidade se saliva que uma ruminante secreta diariamente é estimado em 6 a 16 litros em ovelhas e cabras e de 100 litros a 190 litros no gado.
Sistema Circulatório.
As células de todos os seres vivos necessitam de alimento e também de oxigênio. No caso do ser humano, seu corpo apresenta órgãos especiais que possuem a função de digerir os alimentos a fim de absorverem o oxigênio do ar (digestão e respiração), contudo, é necessário que esse alimento seja levado para todas as células. Para isso, existe o sistema circulatório, que leva o alimento e o oxigênio para todas as partes do corpo.
O sangue é vital para a vida das células, pois, além levar alimento e oxigênio para elas, ele também retira delas as sobras das substâncias que já não lhe são úteis. Seu percurso por todo o corpo ocorre através das veias e artérias, que se subdividem até formar vasos extremamente finos, atingindo, desta forma, todas as células.
O papel do sangue é extremamente importante, pois ele retira os nutrientes dos órgãos de digestão e o oxigênio do pulmão para levar estas substâncias para as células, para tanto, ele é impulsionado pelo coração e, assim, faz seu percurso pelas artérias (veias que saem do coração), em sua forma boa e limpa.
Durante sua trajetória pelo corpo, o sangue é filtrado pelos rins, deixando neste órgão muitos dos detritos das células. Ao regressar, ele carrega gás carbônico que absorveu das células, uma vez que, em seu lugar, deixou o oxigênio.
Após este processo, o sangue retorna ao coração, através das veias, que o transportam em sua forma ruim e sem oxigênio. Para melhorar a qualidade sanguínea, o coração envia o sangue aos pulmões, para que, desta forma, o gás carbônico seja trocado pelo oxigênio, e, em seguida, o impulsiona de volta ao corpo.
O sistema composto pelas artérias e veias que levam o sangue aos pulmões e em seguida ao coração, é chamado de pequena circulação. Já no caso do sangue que parte do coração pelas artérias, seguindo em direção ao resto do corpo e retornando pelas veias, recebe o nome de grande circulação.
Sistema circulatório em um réptil.
O coração possui duas aurículas, separadas completamente, com exceção das serpentes. O ventrículo salva nos crocodilos, é dividido por um tabique incompleto em uma parte direita e uma esquerda, que é a mais importante.
Isto significa que o sangue oxigenado, vindo dos pulmões para o lado esquerdo do coração, é essencialmente separado do sangue não oxigenado, que retorna do corpo para o lado direito. Embora a separação dos dois tipos sanguíneos dentro do coração seja completa nos crocodilianos e quase completa em outros répteis, ocorre alguma mistura em outras partes do sistema circulatório.
Da parte direita sai o grupo das artérias pulmonares, e da esquerda, um par de arcos aórticos. Há, além disso, um pequeno seio venoso.
Os glóbulos vermelhos são nucleados e elípticos.
O sangue passa ao seio venoso e daí a aurícula direita, de onde vai ao ventrículo direito. Pelas artérias pulmonares chega ao pulmão, onde se purifica.
5 de nov. de 2008
Minhas Loucuras - ***
A gloria dos demônios
Que caçam nossas almas
E jogam no abismo do medo
Esse abismo que nos consome
Que nos destrói
O que importa
Ninguém tem futuro
Vamos todos para lá
O que fazer?
O que dizer?
O que pensar?
Seremos crucificados por pensar.
Queimados por sentir.
Destruídos por falar.
Cuidado os demônios estão a solta.
by: Willian Michel Schneider
Minhas Loucuras - **********
Enquanto podem.
O juízo final se aproxima.
Nada impedirá.
A guerra dos céus e do inferno.
Escolha seu lado.
Escolha um aliado.
Qual será seu destino?
Qual será seu lado?
Quem vai vencer?
Um não obterá a vitória sozinho.
Não haverá mais sentimentos nem pena.
Apenas o sofrimento e o prazer.
Prazer de matar
Sofrer antes de morrer
Lutaremos em qual lado?
Sobreviveremos?
Esse é apocalipseEsse é o fim.
by: Willian Michel Schneider
31 de out. de 2008
Minhas Loucuras - *********
Tentei fugir de você
Me arrependo disso
O que eu fiz?
Essa maldição que está me destruindo
Tudo está morrendo
O que eu fiz para merecer isso?
Eu tentei amar
Eu tentei fazer alguém feliz
Mas não consigo
Como a chuva que cai e me afoga
Como uma tempestade de areia que me cega
Como um furacão que me destrói
Essa maldição
Esses pecados
Essa doença
Existe uma cura?
Existe remédio?
A tristeza me consome
Suas palavras são como adagas
Essa maldição me destrói
Existe uma cura?
by: Willian Michel Schneider
30 de out. de 2008
Minhas Loucuras - ************
Essa é minha vida
Essa é minhas palavras
Esse é meus sentimentos
Vivo por você
Morro por você
Tento falar
Tento sentir
E tudo que me resta é sofrer
Sofro por ter me afastado
Sofro por ter te perdido
Sofro por ter que conviver com isso
A loucura me domina
A agonia me consome
O sofrimento me vence
Não tenho forças
Não tenho forças
Só tenho minha meta
Mas não tenho forças para continuar
Ajude-me
Ajude-me, por favor,
Estou morrendo
Aos poucos, estou morrendo.
Preciso de você
Venha me ajudar ou irei morrer
by: Willian Michel Schneider
Minhas Loucuras - **************
Mais uma vez eu me machuco
Mais um sonho que não se torna realidade
Essa é minha maldição
Essa é minha punição
Queria te amar
Queria te beijar
Mas tudo corre contra mim
Tudo me impede
Essa é minha maldição
Assim que vou morrer
Morrer tentando
Mas nunca conseguindo
Eu tinha um sonho
Eu tinha uma meta
E tudo que tenho agora
É essa maldição
Não sinta pena de mim
Não se sinta triste por isso
Eu fiz por merecer
Eu estou sendo julgado
E pagando por meus pecados
Essa é minha maldição
Essa é minha punição
Esse é meu purgatório.
by: Willian Michel Schneider
23 de out. de 2008
Minhas Loucuras - ********
20 de out. de 2008
Minhas Loucuras - Fusion Of Disturbed
Você lembrará de tudo isso.
Deixe isso estourar novamente em sua mente.
Pegue a palavra do imortal.
De sua alma para mimPara a eternidade.
Existe um outro caminho.
Pegue seu lugar no fogo.
Para começar outra época.
De sua alma para mim.
Você lembrará de tudo isso.
Pela sua eternidade.
Eles não sabem que você já está cheio de dor?
Recupere sua mente.
Porque, sua alma esfriou, e toda esperança se foi.
Morto por dentro.
Você lembrará de tudo isso.
Nunca será o suficiente para esquecer quem você é.
Se eu te assusto agora.
Não fuja de mim.
Eu sei que você lutou contra si mesmo mais uma vez.
Perceba que você não é nada.
Você também se enfraquece com o veneno.
Eles não crêem em você.
Eles odeiam você.
Uma outra vez.
Eu sou como destruidor que está enterrado em mim.
Minha verdadeira vocação.
É ter sua alma para mim.
Você vai descobrir.
Porque você não consegue vencer.
Eu vou ter fazer saber.
Quem eu me tornei.
Determinação que é incorruptível.
Um terror para contemplar.
Aniquilação será inevitável.
De uma última olhada em volta enquanto pode viver.
Para tudo que eu jurei proteger.
Eu Não irei mais proteger.
Sem nenhum arrependimento.
Uma declaração enterrada profundamente em minha pele.
Um lembrete permanente.
De como nós começamos.
E nunca terminamos.
Você precisa saber.
Eu sou como destruidor que está enterrado em mim.
E vou ter sua alma para mim.
Como você pode dizer que não se importa?
Por que você gosta de brincar com meu escopo limitado da realidade?
Eu posso sentir isso tudo começando a deslizar.
Viva com isso.
Viva meu fim com o seu junto.
E não me renegue!
E querida, não tenha medo!
Olhe na minha cara, encare minha alma!
Homenagem à banda Disturbed, Que faz dos nossos dias melhores.
Juntei as letras em um sentido
As musicas usadas foram:Stupify, Decadence, Inside The Fire, Fear, Indestructible.
by: Willian Michel Schneider
19 de out. de 2008
Minhas Loucuras - Pensamentos
Vem e vão
Ficamos sozinhos, quanto alguns se divertem.
Qual a graça na solidão?
Não é bom viver solitário.
Muito menos quando gostamos de alguém.
Mas todos sabemos o que fazemos.
Temos que respeitar a decisão dos outros,
Como devemos respeitar suas decisões.
Muitos talvez não agüentassem a solidão e se suicidariam.
Talvez este seja meu destino.
Viver o resto da vida solitário
Sem ninguém.
Cada um tem uma opinião e um ponto de vista.
Mas todos temos sentimentos.
Uns sabem aceita-los outros não.
by: Willian Michel Scheneider
30 de set. de 2008
Minhas Loucuras - **********
Pessoas que te fazem chorar deviam ser apagadas da sua vida.
Pessoas que não te valorizam, destruídas pelo seu próprio ego.
Esconder-se não basta !
Provar as coisas pra uns não vale nada!
Quando não gostam de você não gostam.
Apesar de sempre querer provar isso a alguém!
Esse alguém esconde de você!
Talvez até te engane!
Burrice e paciência têm limite!
Não há como esconder, algo de alguém que gosta de você.
Não vale a pena correr atrás de quem não te faz feliz!
Ou será que vale?
Vivendo e aprendendo.
Chorar e sofrer, que ironia dizer isto.
Parece tudo que sentimos não passa de mentiras para alguns.
Tudo que falamos.
Tudo que dissemos.
Teve algum valor?
Palavras são feitas, ditas e entendidas perfeitamente.
Um simples olhar entrega tudo.
Mas o pior e tentar esconder isso.
E pior ainda de alguém que te amava. .
Pois é viver é aprender.
Aprender é sofrer.
E sofrer leva pra onde, Se não talvez à própria morte!
Cada um tem um limite.
Cada um sua consciência.
Dói dizer que ama, Pra alguém que talvez ama outra pessoa.
O pior ainda, E você não saber.
E descobrir procurando por sinais.
E advinha funciona !
Você duvida de sua intenção?
Acredite nela, Pois só você pode entende-la !
Só você pode vê-la com os olhos da verdade e do julgamento.
Se afastar é o melhor remédio?
Pois bem !
É assim que você vê !
Assim você descobre!
Mas você está preparado pra saber?
Será que livros ensinam tudo mesmo?
Será que teorias podem explicar sentimentos?
Bom isso depende de cada um.
Mas uma coisa é certa.
Procurar pelo instinto, Não é covardia.
Covardia, É você esconder isso dos outros .
Que esperam sua resposta.
Desculpem tudo.
Mas sinto que hoje não poderei mais sorrir.
Se eu sorrir, Acredite não será verdadeiro.
Até que alguém me faça sorrir novamente
Talvez eu não esteja mais entre vocês.
Ass: uma pessoa que quis um dia amar.
26 de set. de 2008
Minhas Loucuras - ***********
Se estou preso a você
Não consigo voar
Minhas asas estão atadas
Pelo amor que eu tenho por você
Nesse momento não sei como agir
Nem mesmo como falar
Ficando preso nesse mundo
Vendo o tempo passar
As nuvens no céu
Não posso voar com elas
Pois continuo preso
Você poderia me amar
Então me deixe voar
Voar livre para o horizonte
Para eu ver como o mundo é
Vejo pela janela o horizonte
Mais cão consigo alcançá-lo
Pois estou preso a você
Deixe-me voar
Voar por ai
Sem rumo
So com o meu sonho
Sentir o vento no meu rosto
Ser livre pra viver
Viver junto a minha liberdade.
Por: Willian Michel Schneider
Minhas Loucuras - Segredos
Pois os mistérios
Que eu guardo
Não podem ser revelados
Mais assim não posso ser livre
Cansei de fugir
De se esconder
Minha vida esta se desmanchando
Estou morrendo aos poucos
Quais mistérios terão mais a revelar
Quando poderei ser livre
Se continuar assim ficarei louco
Minha liberdade fica aprisionada a mim
O que fazer?
Correr, se esconder ou morrer.
Os céus guardam meu mistério
Que se esconde nas estrelas
O mistério da humanidade
Que - me assusta quando cada noite me visita
Minha vida se desmancha com as noites
O que fazer?
Fugir ou morrer
A escuridão me persegue
Sonhar é o que me resta.
Pois esses mistérios me matam quando acordado
Diga-me o que fazer
Gritar não resolvera
Acho que vou enlouquecer
Aponto de gritar
Com minha alma
Minha própria alma
Vou correr desta escuridão
E viver como puder
Pois um dia isso
Vai nos pegar
Por: Willian Michel Schneider
Minhas Loucuras - **********
Se eu cair...
Você continuara por mim
Pelo nosso amor
Não posso mais fugir
A guerra nos afastou
Talvez para sempre...
No fim do mundo, a última coisa que eu vejo
Será seu sorriso
Que deixei para trás
Nunca voltarei para casa...
Nunca voltarei para casa...
Cada passo, cada pensamento.
É em você
Cada segundo a mais
Eu poderei te perder
E nunca mais voltar a te ver
Para sempre...
Para sempre...
No fim do mundoOu a última coisa que eu vejo
Será seu ultimo sorriso
Que deixei para trás
Nunca voltarei para casa...
Nunca voltarei para casa...
Não derrame chore mais
Pois não estará sozinha
Mas talvez nunca voltarei para casa...
Se eu cair...
Você continuara por mim
Pelo nosso amor
Abandonará seus medos
Suas diferenças
E continuara por nós
No fim do mundoOu a última coisa que eu vejo
Será seu sorriso
Que deixei para trás
E que me arrependo
Disso
Me arrependo...
De nunca mais voltar
Por: Willian Michel SchneiderMinhas Loucuras - Papel Cortado
Pra mim é tudo mais complicado
Me sinto paranóico
Sentindo vontade de gritar
As coisas parecem certas
Mais esta tudo errado
A paranóia toma conta de mim
Estou me rasgando por dentro
Pra mim é tudo mais complicado
Me sinto paranóico
Sentindo uma voz gritando
Dentro da minha cabeça
Minha cabeça vai estourar
A dor já não dói tanto
Como a raiva que esta crescendo
Estou paranóico de mais
Não consigo mais
A raiva está tomando conta de mim
Junto com minha dor
Parece tudo mais complicado
Me sinto paranóico
Sentindo uma voz gritando
Dentro da minha cabeça
Sinto a morte se aproximando
Sinto ela me tocar
Sinto vontade de gritar
Por: Willian Michel Schneider.
Minhas Loucuras - Corações despedaçados
Traiu-me com seu amigo
Sem nem ao menos me respeitar
Dar-me um verdadeiro valor
Eu te amei pra sempre
Para todo sempre
E agora que me separei de você
Quer que eu te perdoe
Onde esta o amor que você me prometeu
Que você deu a ele
Mais eu sempre te amei
me perdoe
Mais agora é tarde
Tarde de mais pra voltar
Não sei se posso te perdoar
Estou confuso de mais
Precisarei pensar
Quero que me perdoe
Pois eu te amei pra sempre
Para todo sempre
Agora você quer que eu volte
Mais não sei se poderei te amar novamente.
por: Willian Michel Schneider
Minhas Loucuras - Minha esperança
Pensando em você
Lembrando de você
Imaginando onde você está
Como você está?
Vendo o futuro a minha frente
E meu passado ao retrovisor
Lembrando dos momentos sombrios
Da nossa história
Acelerando nesta estrada
Fugindo dos meus erros
Deixando você
Agora estou mudado
Querendo uma nova vida
Um novo futuro
Um novo mundo
Vou recomeçar minha vida
Minha história
Pra tentar mudar você
Talvez o mundo
Pois você me fez sofrer
Me torturou
Despedaçou meu coração
Mas minha vida vai continuar
Mesmo sem você
Mais meu amor por você
Não terminou
Mesmo que você não me ame mais
Minha esperança
ainda não morreu
pois meu amor ainda me prende a você
Por: Willian M Schneider
22 de set. de 2008
Minhas Loucuras - Then, closing my eyes.
I try to live up tomorrow.
Find a way to live.
Then, closing my eyes.
And I'm thinking.
As the world is the truth.
And when I open my eyes.
I realized that was wrong.
Thinking that the world was good.
But I was wrong.
But no use.
I feel the rain fall.
I try to escape.
But where to?
If this is something beyond what I can see.
Recalling.
Of the bad things.
And even to try to forget them.
She haunt me forever.
Do not just lurk.
Or flee.
Without trying to cope.
Facing my memories.
Facing my past.
To live the present.
That after the darkness.
There will be something good.
What you will illuminate.
Por: Willian Michel Schneider

